madeira: imperdíveis!

A ilha da Madeira anda no radar dos viajantes do Mundo há muito tempo e não é em vão já ter sido considerada um dos melhores destinos insulares da Europa.

O clima ameno associado ao bem receber, à gastronomia e à variedade de actividades disponíveis e apetecíveis, quer para viajantes aventureiros ou famílias em busca de relax, enaltecem a ilha e justificam a quantidade de turistas que chegam em catadupa todos os dias.

Deixo aqui os meus 13 “imperdíveis” da ilha da Madeira:

1 – A caminhada Pico do Areeiro – Pico Ruivo

Andar a pé é uma das melhores maneiras de aproveitar a ilha da Madeira e um dos seus trilhos mais icónicos é a PR1 – Vereda do Areeiro que liga os picos mais altos da ilha, o Pico do Areeiro 1817 m ao Pico Ruivo 1861 m, através do maciço montanhoso central. As vistas para as redondezas são fantásticas, tal como a sensação de andar a pé por cima das nuvens.

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2 – A estrada do Paul da Serra (ER110)

Esta é a estrada que atravessa longitudinalmente o interior da metade ocidental da ilha da Madeira e onde podemos aproximar-nos da tranquilidade do mundo rural madeirense, das montanhas e das paisagens longínquas.

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3 – Os Tis centenários do Fanal

O Fanal está entre a Ribeira da Janela e o Planalto do Paul da Serra e é conhecido pelos seus nevoeiros e pela sua floresta de Tis centenários. Estas árvores, anteriores ao descobrimento da ilha, resistiram à passagem do tempo e fazem parte da floresta Laurissilva classificada de Património Mundial Natural pela UNESCO.

Existem várias caminhadas que passam por este local mas o melhor mesmo é permanecer um pouco e contemplar estas árvores de beleza ímpar exponenciada pelo misticismo do nevoeiro.

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4 – “Mergulhos de pontão” – Paul do Mar

O areal longínquo da ilha de Porto Santo ali ao lado faz com que a ilha da Madeira não seja propriamente conhecida pelas suas praias. Mas não faltam oportunidades para dar “mergulhos de pontão”, o meu preferido é no Paul do Mar, uma vila de pescadores na zona mais solarenga da ilha.

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5 – A Ponta de S. Lourenço

No extremo oriental da Madeira fica a península de origem vulcânica de ar agreste e inóspito que contrasta com o resto da ilha.

O trilho PR8 – Vereda da Ponta de S. Lourenço é uma caminhada de 4km que nos leva a desfrutar desta zona protegida e da sua paisagem envolvente (no horizonte vemos as Desertas a Sul e Porto Santo a Norte) e pode muito bem terminar com um mergulho no Cais do Sardinha.

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6 – O Mercado dos Lavradores no Funchal

Quem gostar de visitar mercados vai verificar que um dos passeios mais agradáveis no centro histórico do Funchal passa pelo interior deste mercado, onde para além do colorido das frutas exóticas podemos observar os pescadores e comerciantes num experiente amanhar de atuns, peixes-espada, bodiões e outras espécies que só se pescam nestas águas. Importa ir cedo ou levar capacidade de abstracção de magotes turísticos.

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7 – A Lagoa do Vento e as Levadas

As levadas do Rabaçal (25 Fontes e Risco) são absolutamente imperdíveis mas infelizmente padecem de excesso de caminhantes. Como se sabe, também há sempre modo de contornar isso, se estivemos dispostos a caminhar a extra mile. Neste caso, a extra mile chama-se Lagoa do Vento, a lagoa que se encontra no topo da cascata do Risco, onde o cenário é inspirador e a paz é total.

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8 – Sair dos túneis e ver as bananas

A costa Sul da Madeira está muito bem servida de infra-estruturas rodoviárias, uma intermitência de pontes, viadutos e túneis que permitem deslocações rápidas entre o ponto A e o ponto B. Isso é bom.

Mas também é óptimo sair dos túneis, percorrer as estradas regionais (ex: ER 222) e vermo-nos rodeados de vinhas e bananais.

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9 – A vista da Eira do Serrado para o Curral das Freiras

No miradouro da Eira do Serrado conseguimos a panorâmica principal para a vila mais isolada da ilha, o Curral das Freiras e perdemo-nos a imaginar como seria possível aceder ao fundo deste vale rodeado de altas montanhas. Ainda hei-de ir a pé pela antiga estrada escavada na encosta da montanha, agora abandonada.

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10 – Pit stop em Câmara de Lobos

Câmara de Lobos, uma vila piscatória  mesmo à saída do Funchal também é uma pit stop obrigatória pela sua baía e barcos coloridos. Foi neste local que desembarcaram os descobridores da ilha da Madeira, em 1419.

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11 – A praia (e as piscinas naturais) do Seixal

A praia do Seixal é uma das poucas praias de areia da Madeira e o cenário paradisíaco em que se encontra faz dela um dos meus imperdíveis.

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12 – A Serra d’Água e a sua Poncha

O percurso que atravessa a Serra d’Água, de São Vicente até à Ribeira Brava, é outro percurso ultra-panorâmico que a ilha oferece, principalmente se for em dias com pouca nebulosidade.

Esta Serra é conhecida pela sua cascata de nuvens residente, mas mesmo em dias nublados vale sempre a pena, nem que seja para parar na Taberna da Poncha da Serra d’Agua, a melhor da Madeira.

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13 – A gastronomia

E para terminar em grande, a gastronomia da Madeira é outro imperdível absolutamente fundamental: a espetada em pau de louro, o filete de espada com banana, o bolo do caco, a carne de vinho e alhos, o bodião grelhado ou o milho frito são iguarias de comer e chorar por mais.

 

Let’s go Madeira!

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