“Diários de Motocicleta”

Para nos mexermos em Goa, alugámos uma scooter por 200rupias (4euros). Não se vêm muitas bombas de gasolina pelo que o combustível que se vai gastar tem que ser calculado antes de partir e é vendido ao litro, dentro de garrafas de água ou whisky, por senhoras à beira da estrada.
E sem capacete, arrancámos…“Se aparecer a polícia digam que são meus amigos!” era o conselho recorrente. Era 4ª feira, dia do Flea Market em Anjuna, que é um belo chamariz para turistas desprevenidos como nós. E na estrada para Anjuna lá estavam eles de uniforme castanho…. à espera. Depois de interpretarem a nossa carta de condução dispararam “não têm carta de mota?!” “não têm carta internacional?!”… “mas ok, paguem só esta pequena multa de 450 rupias –9 euros, uma fortuna– e depois podem continuar!” … mas depois de debatermos um pouco a questão, mais uma vez na pele de pobres estudantes portugueses, partimos impunes…
Estas intercepções devem ser lendárias pois até vinham descritas no Rough Guide.
Prosseguimos para Anjuna mas o tempo estava meio chuvoso e o mercado pareceu a meio gás. É aqui que se fazem as célebres raves que deram origem ao festival de trance Goa Gil que durante o ano percorre o mundo inteiro.
A época alta de Goa, que atinge o seu auge nas festas de Natal e Fim de Ano, estava agora a começar (meados de Outubro) pelo que não nos apercebemos de movimentos anormais de hippies que devem povoar esta zona nas alturas das grandes festas, cujo auge foi nos anos 90.

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